O ator e diretor Henrique Martins morreu, aos 84 anos, na manhã deste domingo (26), em São Paulo. Ele estava internado no hospital Samaritano, na capital paulista, desde que caiu em casa e fraturou duas costelas. Martins já estava fora da UTI, se recuperando, mas teve falência múltipla de órgãos. O velório está marcado para ocorrer nesta segunda-feira (27), das 9h às 11h, e, em seguida, o enterro. Ambos no Cemitério Israelita, no bairro Butantã, em São Paulo, segundo o site UOL.
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Um pouco de sua trajetória
Nascido em Berlin, na Alemanha, em 1933, Martins possuía uma carreira extensa com trabalhos em produções televisivas de grandes redes. Passou pelas extintas Tupi e Excelsior e, também, por Globo, Record, Band e SBT. Nesta última, participou do sucesso Carrossel, que teve exibição original em 2012. Também no canal de Silvo Santos, teve a oportunidade de dirigir a novela Revelação, original de Íris Abravanel, em 2008.
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Antes de tudo isso, ele foi um dos integrantes da equipe de O Sheik de Agadir, exibida pela Globo, em 1966, sob texto da cubana Glória Magadan. Ainda integrou A Sombra de Rebeca, em 1967, também da emissora carioca e escrita pela estrangeira. Anastácia, A Mulher Sem Destino, em 1967, também teve sua participação.
Já na Tupi, fez parte da versão brasileira do clássico O Direito de Nascer, em 1964. Mais tarde, em 1970, também na emissora paulista, fez a novela Meu Pé de Laranja Lima. Na sequência, A Barba Azul, em 1974, e Os Imigrantes, em 1982, na Band. Na Excelsior, trabalhou em Os Diabólicos e O Direito dos Filhos, ambas em 1968, e Mais Forte que o Ódio, em 1970.
Nos últimos anos, fez uma novela na Record, Ribeirão do Tempo, em 2010, escrita por Marcílio Moraes. E algumas outras no SBT, como Éramos Seis, As Pupilas do Senhor Reitor, Fascinação, Pérola Negra ainda nos 90, e os remakes Os Ricos Também Choram e Amigas e Rivais, na década passada.
