Há quem transforme a dor em impulso. Outros preferem convertê-la em estratégia. Na nova fase de Quem Ama Cuida, Adriana entende que recuperar a própria vida exige muito mais do que provar sua inocência. Para derrotar aqueles que destruíram seu futuro, ela decide agir com método, escolhendo cuidadosamente a ordem de cada confronto até chegar ao acerto de contas mais esperado da novela.
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Depois de passar seis anos presa injustamente pela morte de Arthur Brandão, Adriana (Leticia Colin) coloca Ademir (Dan Stulbach) como seu primeiro alvo. Convencida de que o advogado comandou a operação que a levou à cadeia, ela passa a explorar suas fragilidades, entre elas o relacionamento extraconjugal com Suely. Na sequência, entram na mira Ulisses (Alexandre Borges), por causa do segredo envolvendo o cassino clandestino; Tom (Allan Souza Lima), testemunha que mentiu em seu julgamento; Silvana (Belize Pombal), cuja participação na conspiração passa a ser investigada; e Diná (Rosi Campos), que também guarda informações importantes sobre os acontecimentos que culminaram na condenação da fisioterapeuta.
A última posição da lista permanece reservada para Pilar (Isabel Teixeira). Adriana entende que a empresária é a principal responsável pela destruição de sua vida e decide enfraquecê-la lentamente, desmontando primeiro toda a estrutura de poder que a protege. Antes do confronto definitivo, a protagonista pretende eliminar um a um os aliados da rival, deixando-a isolada quando chegar a hora do acerto de contas.
Em meio ao plano de vingança, porém, uma decisão chama atenção. Adriana resolve poupar Brigitte (Tata Werneck) ao descobrir que a jovem sempre acreditou em sua inocência e jamais aderiu às mentiras que sustentaram sua condenação. A revelação muda a forma como a protagonista enxerga a filha de Pilar e mostra que, mesmo determinada a fazer justiça, ela ainda distingue aqueles que participaram da conspiração daqueles que apenas viveram sob a influência da família Brandão. Essa escolha reforça que sua vingança não será movida pelo ódio indiscriminado, mas pela responsabilidade de atingir apenas quem considera realmente culpado.
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