Os próximos capítulos de A Nobreza do Amor ampliam os conflitos entre Brasil e Batanga e colocam praticamente todos os núcleos em ebulição. A resistência ao governo de Jendal avança, antigos segredos ganham força e novas alianças começam a redesenhar o destino dos protagonistas.
Veja também:
A principal frente da história será conduzida por Dumi (Licínio Januário). Depois de escapar da guarda real, o líder da resistência colocará em prática, ao lado de Akin (André Luiz Miranda) e Ladisa (Rita Batista), o plano para roubar as joias de Jendal (Lázaro Ramos). O trio conseguirá localizar o tesouro, mas uma perseguição colocará tudo a perder quando Pascoal encontrar a chave do esconderijo deixada para trás durante a fuga.
Enquanto isso, Kênia (Nikolly Fernandes) romperá, de vez, com o pai. Após proteger os rebeldes e despertar a desconfiança de Pascoal, ela será acusada de traição e acabará presa por ordem de Jendal. A notícia chegará até Dumi por meio de Chinua (Hilton Cobra), levando o chefe da resistência a organizar uma tentativa de resgate que terminará em um novo confronto com Pascoal.
No Brasil, Alika, vivendo como Lúcia (Duda Santos), verá sua vida afetiva se complicar. Ela contará a Tonho (Ronald Sotto) que Omar (Rodrigo Simas) está a caminho do país e confessará que o aliado deseja se casar com ela. Pouco depois, receberá a notícia da morte de Nilo Peçanha, encontrando apoio em Onildo (Paulo Lessa) para enfrentar o momento de luto.
O médico também ganhará espaço em outra frente da trama. Convencido de que Miguel (Eduardo Mossri) e Salma (Rayssa Bratillieri) precisam conhecer a verdade sobre o estado de saúde de Fátima (Kika Kalache), Onildo pressionará pela revelação. A matriarca, porém, continuará manipulando a filha para impedir que o segredo venha à tona. Em paralelo, ele assumirá seus sentimentos por Niara, conhecida no Brasil como Vera (Erika Januza).
Na casa dos Almeida Borges, Virgínia (Theresa Fonseca) enfrentará a pior fase desde o início da novela. Depois de ser denunciada por Belmira (Raíssa Xavier) e confrontada por Diógenes (Danton Mello) e Marta (Emanuelle Araújo), ela será obrigada a trabalhar na igreja ao lado do padre Viriato (Marcelo Médici). Inconformada, tentará uma greve de fome, fugirá do castigo e acabará protagonizando um novo confronto com Alika, chegando a agredi-la. A atitude obrigará Diógenes a pedir desculpas à jovem em nome da filha.
O núcleo de Barro Preto também viverá mudanças importantes. Ana Maria (Julia Lemos) decidirá trabalhar como voluntária na escola ao lado de Vera, despertando o orgulho de Casemiro (Cássio Gabus Mendes). Incentivado por ela, Manoel (Daniel Rangel) finalmente encontrará coragem para pedir autorização ao coronel para oficializar o namoro dos dois.
Mirinho (Nicolas Prattes) continuará alimentando rivalidades. Além de provocar Virgínia durante o castigo na igreja, debochará de Ana Maria por esperar o pedido oficial de namoro e ainda colocará Manoel em situação constrangedora diante de Casemiro. O comportamento reforçará o distanciamento entre o herdeiro do engenho e aqueles que um dia estiveram ao seu lado.
A semana ainda reserva uma decisão histórica em Batanga. Depois de sucessivas disputas pelo poder, Binta será escolhida como rainha do reino, abrindo uma nova fase política na história e ampliando as incertezas sobre o futuro de Jendal e da resistência liderada por Dumi.
O conteúdo veiculado nesta coluna é de total responsabilidade do colunista parceiro. As opiniões e informações aqui expressas não são de responsabilidade do Grupo Observatório.
