REFLEXÃO

Isabelle Drummond fala sobre volta às novelas e passado como Emília

Após sete anos longe do formato, atriz comenta nova fase na TV, bastidores da produção atual e recorda papel marcante vivido ainda na infância

Publicado em 23/06/2026

Com 32 anos e mais de duas décadas de trajetória no audiovisual, Isabelle Drummond voltou ao universo das novelas em 2026 depois de sete anos afastada do formato. No momento, ela integra o elenco de Coração Acelerado, onde interpreta a vilã Naiane, em uma fase da carreira marcada por reencontros e escolhas que parecem resgatar diferentes camadas de sua história na televisão.

Em meio às gravações que já se aproximam da reta final, a atriz descreve a experiência como leve e positiva, destacando o ambiente nos bastidores e a energia do projeto. A produção sertaneja surge, segundo ela, como um retorno natural, em um set que tem sido marcado por dinâmicas intensas, mas também por um clima de convivência que chama atenção nos bastidores. “Está sendo muito divertido! Não tinha forma melhor de voltar. Essa novela é muito gostosa, tem um clima muito bom”, comentou ela em participação no É de Casa.

Isabelle também observa a coincidência de reencontrar nomes importantes de sua trajetória recente e antiga. Entre eles estão Leandra Leal, Carlos Araújo e Izabel de Oliveira, em uma rede de relações profissionais que, segundo a atriz, tornam o processo ainda mais significativo neste momento da novela. “Foi muito feliz os encontros e reencontros, como a Lelê (Leandra Leal), o Carlinhos (Carlos Araújo, diretor artístico), a Izabel (de Oliveira), uma das autoras. (…) Tô muito cercada de gente bacana”, a atriz continuou.

A conversa também abre espaço para um mergulho no passado. Isabelle relembra a fase em que viveu Emília, na versão de 2001 de Sítio do Picapau Amarelo, papel que a projetou ainda criança. Ela descreve esse período como formativo e quase misterioso em sua construção artística, como se ali tivesse começado, de forma intuitiva, o entendimento de sua própria identidade na atuação. “(Foi) Minha vida, não é? A parte final da infância e início da adolescência. Toda minha construção de mundo eu acho que foi no Sítio. Para mim, foi um lugar de aprendizado. E também de me conhecer artisticamente, mesmo que na intuição”, concluiu.

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