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Quem Ama Cuida: Condenada por crime que não cometeu, Adriana enfrenta pesadelo na prisão

A fisioterapeuta perde tudo, encara anos de sofrimento atrás das grades e encontra uma oportunidade inesperada para reconstruir a própria trama

Publicado em 15/06/2026

A trajetória de Adriana (Leticia Colin) tomará um rumo ainda mais sombrio nos próximos capítulos de Quem Ama Cuida. Condenada a 12 anos de prisão pela morte de Arthur (Antonio Fagundes), a fisioterapeuta verá sua vida desmoronar por completo. Depois de perder dois maridos, a casa, o emprego e a própria liberdade, ela será lançada em uma realidade dura e imprevisível dentro do sistema prisional.

Sem estar preparada para o ambiente que encontrará, a personagem enfrentará anos marcados por sofrimento, humilhações e constantes desafios. Considerada inocente, Adriana terá de lidar com a hostilidade das demais detentas e será submetida a situações degradantes que colocarão à prova seus limites físicos e emocionais. A convivência nas celas também será dominada pela imposição das presidiárias mais influentes, que controlarão a rotina do local.

Acostumada a cuidar dos outros, Adriana precisará aprender a sobreviver em um cenário onde a força costuma falar mais alto. No entanto, a novela mostrará que nem mesmo o cárcere será capaz de apagar sua essência. Aos poucos, ela encontrará apoio em pessoas improváveis, entre elas Nancy (Jeniffer Nascimento) e Lyris (Pri Helena), que se tornarão aliadas fundamentais durante os anos de encarceramento.

Com o passar do tempo, sua formação profissional abrirá uma oportunidade inesperada. Gradualmente, Adriana conquistará espaço dentro da penitenciária até assumir uma função no ambulatório, retomando sua vocação de ajudar outras pessoas. Mas a liberdade condicional, alcançada após uma passagem de seis anos na trama, revelará que ainda há muitas respostas a serem encontradas. Fora da prisão, ela terá duas missões: descobrir quem matou Arthur e acertar as contas com aqueles que contribuíram para sua condenação por um crime que garante não ter cometido.

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