Uma morte que já nasceu cercada de suspeitas vai ganhar contornos ainda mais cruéis em Quem Ama Cuida. Depois da queda de Arthur, a dor será rapidamente substituída por uma ofensiva calculada contra Adriana, que passará a ser tratada como a culpada ideal antes mesmo de a investigação avançar de verdade.
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Pilar (Isabel Teixeira) acusará Adriana (Letícia Colin) de ter empurrado Arthur (Antonio Fagundes) e deixará claro que não pretende descansar enquanto não colocar a fisioterapeuta na cadeia. Mesmo com Pedro (Chay Suede) ao lado da protagonista, a vilã começará a mover peças para transformar a versão contra Adriana na narrativa oficial do crime.
A armação ficará mais evidente quando Pilar reunir Ulisses (Alexandre Borges), Silvana (Belize Pombal) e Diná (Rosi Campos) para alinhar o discurso que todos darão à polícia. O objetivo será culpar Adriana pela morte de Arthur, criando um cerco perigoso em torno da viúva.
O caso ficará ainda mais grave quando o investigador informar ao delegado que o laudo preliminar da perícia confirma que Arthur foi empurrado. Depois dos depoimentos, Pedro comentará com Cléber que Adriana se tornou a primeira suspeita da morte do milionário, aumentando o desespero da protagonista.
Pilar então dará um passo decisivo e procurará Ademir (Dan Stulbach) para representar a família Brandão contra Adriana. Mais do que contratar um advogado, ela exigirá que ele use seus métodos para condenar a fisioterapeuta, mostrando que a busca por justiça será contaminada por interesse, vingança e manipulação.
Enquanto isso, Otoniel (Tony Ramos) tentará convencer Adriana e Elisa (Isabela Garcia) a deixarem o apartamento de Arthur e retomarem a vida que tinham antes. Mas a protagonista já estará presa a uma engrenagem cruel, enquanto Pedro revelará a André como conheceu Adriana e se apaixonou por ela.
Com isso, Quem Ama Cuida entra em uma fase de guerra aberta. Pilar assume o comando da acusação, Ulisses mente para Fábia (Flávia Alessandra), Adriana recebe nova intimação para depor, e a morte de Arthur passa a esconder uma pergunta cada vez mais perigosa: quem está usando a tragédia para destruir uma inocente?
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