Uma sequência de golpes, paixões escondidas e ameaças políticas promete virar a novela de cabeça para baixo. Em A Nobreza do Amor, a crise deixa de ser apenas familiar e passa a atingir o povo, enquanto um plano de vingança cresce em silêncio no Brasil. O clima é de tensão máxima, com segredos prestes a explodir dos dois lados da história.
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Alika/Lúcia (Duda Santos) ganha apoio para divulgar seu ateliê ao lado de Teresa, mas passa a desconfiar das intenções de Virgínia (Theresa Fonseca), que se oferece como modelo enquanto planeja prejudicá-la. Ao mesmo tempo, Tonho (Ronald Sotto) se preocupa com os trabalhadores do engenho após Onildo confirmar casos de malária, e a atitude do rapaz faz Alika declarar orgulho do amado.
A grande virada acontece em Batanga, quando Jendal (Lázaro Ramos) manda Pascoal queimar as doações enviadas pela Dinamarca para a população. A crueldade aumenta a miséria do povo, assusta Kênia e Chinua e provoca reação dos rebeldes. Liderados por Akin, Dumi (Licínio Januário) e Ladisa, eles saqueiam a comida do palácio, deixando o vilão tomado pela fúria.
No meio do caos, Dumi confessa seu amor por Kênia e os dois se beijam, mesmo cercados pelo perigo. Depois, ele se arrisca ao dizer a Robert que Jendal é um golpista, mas o jornalista acaba levado ao poço das serpentes com a ajuda de Pascoal. Com Virgínia tramando contra o desfile, Omar tentando chegar ao Brasil e Batanga em colapso, A Nobreza do Amor entra em uma fase explosiva, marcada por paixão, revolta e ameaça de morte.
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