A tensão cresce em duas frentes e mostra que a novela entrou em uma fase de guerra aberta. Em A Nobreza do Amor, uma tentativa de recomeço no Brasil se mistura ao agravamento da crise em Batanga, onde a população sofre enquanto o poder tenta esconder a própria crueldade. O resultado é uma sequência de viradas que une sabotagem, doença, fome e revolta popular.
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Alika/Lúcia (Duda Santos) começa a ganhar apoio para divulgar seu ateliê ao lado de Teresa, com a ajuda de Eustáquio, Eugênia e Dôra, que sugere um desfile de moda no Grêmio Recreativo. Ao mesmo tempo, Tonho (Ronald Sotto) avisa Casemiro sobre o estado de saúde dos trabalhadores do engenho e chama Onildo, que confirma que eles estão com malária. A atitude do rapaz faz Alika declarar orgulho por ele, reforçando a aproximação dos dois.
A grande bomba vem quando Jendal (Lázaro Ramos) ordena que Pascoal ateie fogo às doações enviadas pela Dinamarca para a população de Batanga. A decisão provoca sofrimento em Kênia, aumenta a desconfiança internacional apontada por Mr. Campbell e aprofunda o clima de revolta no país. Em resposta, Akin, Dumi (Licínio Januário) e Ladisa lideram os rebeldes em um saque à comida do palácio, deixando Jendal furioso.
No Brasil, Virgínia (Theresa Fonseca) também se movimenta para prejudicar Alika/Lúcia. Depois de atacar a rival e ser repreendida por Marta (Emanuelle Araújo), ela engana a própria mãe e se oferece como modelo da marca, escondendo um novo plano contra o desfile. Com Batanga em chamas e a rivalidade crescendo em Barro Preto, A Nobreza do Amor prepara uma virada decisiva entre política, romance e vingança.
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