Uma sequência de alto impacto vai colocar A Nobreza do Amor em clima de perigo, cobrança e traição. O que começa como mais uma manobra de poder ganha proporção maior, atravessa fronteiras e deixa personagens importantes diante de escolhas que podem custar caro.
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A primeira grande virada acontece quando Jendal (Lázaro Ramos) passa a ser cobrado pela morte de Robert. Chinuarepreende o rei de Batanga por ter condenado o jornalista à morte e alerta que o país pode ter sido colocado em risco. A situação piora quando a consulesa Margaret exige explicações, enquanto o vilão nega envolvimento diante de Mr. Campbell e acaba tendo um ataque de fúria.
No meio da crise, Dumi tenta encontrar uma forma de denunciar as atitudes criminosas de Jendal, mas sua paixão por Kênia vira um problema para a resistência. Ele confessa a Akin que está apaixonado, é pressionado por Chinua a esquecer a jovem e passa a ser tratado como ameaça quando Pascoal o acusa. A ordem para capturar o ex-chefe da Guarda Real coloca o romance em rota de tragédia.
Em Barro Preto, Virgínia (Theresa Fonseca) simula proximidade com Alika/Lúcia (Duda Santos), mas Tonho (Ronald Sotto) estranha a mudança repentina. Com Marta acreditando na falsa cordialidade da filha e Sebastião sendo chamado para ajudar no plano, o ateliê entra na mira de uma nova armação. Em A Nobreza do Amor, a morte de Robert abre uma fase de cobrança internacional, perseguição política e vingança disfarçada.
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