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NOVELA DA GLOBO: Resumo final de Três Graças de 14 a 16 de maio de 2026

Virada inesperada sacode a trama da PODEROSA

Publicado em 13/05/2026

Os últimos capítulos de Três Graças vão entregar uma sequência de tirar o fôlego, com julgamento, fuga com milhões, morte brutal e sequestro de bebê. Depois de tantas disputas, a novela colocará seus principais vilões em rota de colisão, enquanto Gerluce começa a sentir o gosto da liberdade antes de encarar seu maior perigo.

No fórum, Gerluce será declarada culpada pelo roubo da estátua, mas a juíza converterá a pena em prestação de serviços comunitários e programas de conscientização em saúde. Do lado de fora, a protagonista será celebrada por manifestantes da Chacrinha e agradecerá a Zenilda pela defesa, deixando Ferette furioso ao ver a rival aclamada pelo povo.

Enquanto isso, Arminda chegará ao limite. Maltrapilha, ela encontrará o baú com milhões escondido no ferro-velho, será flagrada por Lucélia e tentará fugir com a caminhonete Nazaré e o dinheiro. A cena mais violenta virá quando Lucélia tentar impedir a fuga e for atropelada brutalmente por Arminda, enquanto notas de dinheiro voam pela rua.

O terror seguirá quando Samira atacar Joaquim e sequestrar a bebê Ana Maria, entregando a Ferette uma última arma contra Gerluce. No grande final, Paulinho atirará em Ferette antes que ele dispare contra a protagonista, e Samira será presa. Sete anos depois, Gerluce aparecerá à frente da Fundação, Joélly se formará em Medicina, Arminda revelará que fingia demência, e Gerluce contará a Paulinho que está grávida, encerrando Três Graças com amor, justiça e recomeço.

RESUMO DO DIA 16 DE MAIO

A novela Três Graças ganha reprise do último capítulo, trazendo de volta o desfecho marcado pelo casamento de Gerluce e pela resolução dos principais conflitos, com revelações, acertos de contas e destinos definidos em um encerramento que reforça a virada da protagonista e revisita os momentos mais emocionantes da trama.

Três Graças é uma novela criada e escrita por Aguinaldo Silva, Virgílio Silva e Zé Dassilva, com direção artística de Luiz Henrique Rios e produção de Gustavo Rebelo e Silvana Feu. A direção de gênero é de José Luiz Villamarim.

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