A reta final de Três Graças vai reservar um desfecho de reconstrução para Rogério, que chega aos últimos capítulos em posição bem diferente daquela que ocupou ao longo da novela. Depois de enfrentar conflitos, revelações e disputas de poder, o personagem ganha força no momento decisivo da trama e passa a simbolizar uma nova etapa para a Fundação.
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A virada acontece após a derrocada de Ferette (Murilo Benício). Com o antagonista afastado do comando, Rogério (Eduardo Moscovis) assume a liderança da Fundação e ajuda a reorganizar a estrutura deixada pelo vilão. A mudança reposiciona o personagem dentro da história e deixa claro que a instituição seguirá outro caminho depois dos escândalos envolvendo a antiga gestão.
No campo afetivo, o final também aponta para recomeço. Rogério inicia uma nova fase ao lado de Zenilda (Andréia Horta), consolidando uma relação que ganha peso na reta final. A aproximação entre os dois fecha o ciclo do personagem com estabilidade, afeto e a sensação de que, depois de tanta turbulência, ele finalmente encontra um lugar possível de paz.
O desfecho de Rogério terá tom de reparação em Três Graças. Com protagonismo, poder e vida pessoal encaminhada, ele termina a novela em alta e se transforma em uma resposta direta à queda de Ferette. A Fundação, antes marcada por manipulações e interesses obscuros, passa a representar uma chance de reconstrução, agora sob um comando ligado à ideia de justiça e reorganização.
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