A virada é clara: Cleo Pires retorna às novelas após oito anos para viver Alana, empresária que entra na trama e muda o destino de Agrado (Isadora Cruz) e Eduarda (Gabz). O convite do diretor Carlos Araújo e a força do projeto foram decisivos para a atriz, que viu na personagem densidade e conexão com seu momento artístico.
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O caminho até esse retorno foi construído com reflexão. Cleo passou os últimos anos explorando outras linguagens e ampliando seu olhar, o que pesou na decisão de voltar. Ao ler o papel, identificou uma história com espaço de construção e troca, destacando o ritmo próprio da novela e a relação direta com o público como fatores que tornam o trabalho desafiador e estimulante.
Na trama, Alana é apresentada como uma mulher focada, ambiciosa e consciente das próprias escolhas, mas marcada por experiências do passado. A personagem não segue uma linha previsível e passa por transformações ao longo da história. A própria atriz indica incerteza sobre a permanência até o final, reforçando o caráter dinâmico do papel.
Fora da ficção, a ligação de Cleo com o universo sertanejo aproxima ainda mais a construção da personagem, já que a atriz tem familiaridade com esse ambiente. A entrada de Alana abre uma nova frente na narrativa e deixa no ar o impacto real de suas decisões na trajetória da dupla, alimentando a expectativa sobre os próximos movimentos da história.
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