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O que era para ser apenas uma escala de feriado acabou virando assunto quente nos bastidores da TV. A recente apresentação do Fantástico com Poliana Abritta e Paulo Renato trouxe à tona uma percepção que muita gente já vinha comentando nos bastidores: o programa ganha outro ritmo quando aposta em um homem e uma mulher na bancada.
Nos corredores, a avaliação é quase unânime. A química de um casal na apresentação traz mais leveza, equilíbrio e amplia a identificação com o público. Existe uma sensação de que o domingo à noite pede essa dinâmica mais complementar, algo que, segundo fontes, faz falta na atual fase do programa.
A insistência em manter duas mulheres à frente da atração tem sido vista como um caminho que ainda não se consolidou em audiência. E os números, que vêm oscilando, só reforçam essa discussão interna. Para muitos, incluir uma presença masculina na bancada não é apenas estética, mas estratégica: aproxima o público masculino e equilibra a narrativa dos temas abordados.
Nesse cenário, o nome de Maju Coutinho volta ao centro das conversas — e não exatamente de forma positiva. Há quem diga que ela destoa do estilo atual do programa. Nos bastidores, cresce a percepção de que seu perfil conversa mais com reportagens especiais do que com a condução principal da atração.
E não para por aí. Existe também um movimento silencioso que enxerga Maju com mais potencial no entretenimento. A própria jornalista já declarou, em outras ocasiões, o desejo de migrar para esse universo. Internamente, surgem ideias de encaixá-la em projetos mais leves, como participações em programas de debate ou até em formatos próximos ao estilo do Saia Justa — onde poderia explorar uma nova faceta.
Enquanto isso, Poliana segue firme. Atual, segura e cada vez mais confortável no comando, especialmente quando dividindo a cena com um homem ao lado. A combinação, ao que tudo indica, agrada — e muito.
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