A nova fase de Três Graças ganha força com uma decisão que pode mudar completamente a percepção do público sobre a protagonista. Gerluce (Sophie Charlotte) assume a presidência da fundação em meio a um cenário delicado e passa a demonstrar preocupação com o impacto de sua imagem diante das acusações que ainda enfrenta.
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Mesmo no novo cargo, a personagem reconhece o peso da situação e teme que o passado recente comprometa sua credibilidade. Ainda respondendo pela expropriação da estátua das Três Graças, ela questiona se sua presença no comando pode prejudicar a reputação da instituição, acendendo um alerta dentro da própria equipe.
A virada acontece quando Xênica (Carla Marins) propõe uma estratégia ousada: transformar o problema em transparência. A ideia é expor toda a história ao público durante o evento de apresentação, incluindo as motivações por trás do roubo. Rogério (Eduardo Moscovis) apoia o plano, defendendo que a verdade pode marcar o início de uma nova fase, baseada em ética e reconstrução.
Na mesma linha, Zenilda (Andréia Horta) reforça que conquistar a opinião pública pode ser decisivo até para o desfecho do caso. Ao destacar que a motivação de Gerluce teve um caráter nobre, a advogada aposta na força da narrativa como aliada, transformando um escândalo em possível virada de imagem e abrindo caminho para uma reabilitação diante da sociedade.
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