NOVELA VERTICAL

Daphne Bozaski celebra reencontro com Gabriela Medvedovsky na trama ‘Loquinha’

Atrizes já trabalharam juntas em 'Malhação' e 'As Five'

Publicado em 13/04/2026

Há encontros na televisão que parecem seguir um roteiro próprio, daqueles difíceis de explicar. É o caso de Daphne Bozaski e Gabriela Medvedovsky, que voltam a dividir cena na novelinha vertical Loquinha, lançada com 25 capítulos na última segunda-feira (6). Mais do que colegas de elenco, as duas carregam uma trajetória em comum que, a cada novo projeto, ganha contornos quase inevitáveis.

A origem dessa conexão remonta a quase uma década, quando estrearam juntas na TV como protagonistas de Malhação – Viva a Diferença (2017). Desde então, os caminhos profissionais das atrizes seguem se cruzando de maneira curiosa, como se um novo trabalho fosse sempre a continuação do anterior, ou até um desdobramento inesperado.

Durante a coletiva de imprensa da produção digital, Daphne, que vive a vilã Lucélia em Três Graças e retoma o papel na trama, comentou sobre essa parceria recorrente com Gabriela, intérprete da policial Juquinha. Em tom descontraído, sugeriu que os projetos acabam se transformando em extensões uns dos outros, citando ainda As Five e outras colaborações. A lista inclui também Nos Tempos do Imperador (2021), onde deram vida às irmãs Pilar e Dolores.

Agora, diante do desafio de um formato inédito, a proximidade entre elas parece atravessar a ficção. A familiaridade construída ao longo dos anos se traduz em liberdade nas cenas, sejam elas de afeto ou confronto. Segundo Daphne, a cumplicidade fora das câmeras se reflete diretamente no trabalho, criando uma dinâmica que, para o público, pode parecer tão espontânea quanto enigmática.

“Tudo o que a gente faz depois vira spin-off, né? Foi Malhação, depois As Five, agora a Loquinha… A gente fala que só vai trabalhar juntas, só contrato junto. Ainda bem que a gente se dá bem, a gente se ama. Isso é muito bom! E a gente tem muita intimidade, então, às vezes, mesmo sendo cena carinhosa ou cena de briga, a gente tem muita proximidade, cumplicidade. Acho que isso facilita”, disse Daphne.

Colaborou Laís Seguin

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