Uma das versões imaginadas para o desfecho da trama muda completamente o caminho de Ernesto (Eriberto Leão) e surpreende até quem acompanhou sua trajetória. Nesse final alternativo, o personagem deixa a prisão disposto a recomeçar a própria vida, decidido a abandonar o passado marcado por crimes e assumir uma nova responsabilidade.
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A virada acontece quando Ernesto decide assumir o comando do orfanato que era administrado por sua prima Zulma (Heloisa Périssé), transformando o espaço em símbolo de reconstrução. A mudança ganha ainda mais força porque Zulma morre na reta final da história, deixando o local sem liderança e abrindo espaço para a atitude inesperada do antigo vilão.
Com a decisão, Ernesto passa a cuidar das crianças e tenta reparar os erros que cometeu no passado, gesto que surpreende os personagens ao seu redor. A transformação altera a forma como ele é visto na trama, já que o homem que antes provocava medo passa a ocupar um lugar de proteção e responsabilidade.
Nos bastidores da novela, esse caminho aparece como uma das versões de final pensadas pelo autor para o personagem, oferecendo uma conclusão mais humana para sua história. Assim, Ernesto termina a trama tentando reconstruir a própria vida e assumindo o orfanato como missão, deixando no ar a ideia de redenção.
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