Hortência se mostra aflita com a crise e questiona Amadeo sobre a venda dos sobradinhos, temendo um colapso financeiro. Ao mesmo tempo, Francesco pressiona Gumercindo para vender as fazendas de café, alegando que a situação não é boa. Mesmo assim, Gumercindo bate o pé e afirma que não venderá o que levou anos para construir, enquanto Angélica se desespera pensando em como prestar contas aos colonos.
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Matteo visita Marinho e é recebido com simpatia, mesmo sem a presença de Gumercindo, o que surpreende a todos. Maria do Socorro comenta a visita com o fazendeiro, mas Gumercindo não demonstra qualquer incômodo, contrariando as expectativas. Ele decide ir até a fazenda e convida Augusto, que recusa por causa da política e ainda sugere que Angélica venda as terras, ideia que Gumercindo rejeita imediatamente.
A tensão aumenta quando Eriberto pressiona Dolores e depois coloca Januário contra a parede, exigindo a verdade sobre o assassinato de Hernandez. Depois de insistência, Januário afirma que pode ter recebido dinheiro de Antônio ou Amadeo, levantando suspeitas graves. Paralelamente, Marco Antônio vai à fábrica procurar Giuliana e é mandado embora, enquanto Amadeo guarda documentos importantes em um cofre, demonstrando medo do que pode vir à tona.
Na pensão, comentários sobre a investigação deixam o clima pesado e Soldado Bruno leva Amadeo para a delegacia, acompanhado por Antônio. Diante de Eriberto, Januário afirma ter recebido dinheiro das mãos de Amadeo, mas o acusado nega tudo. Pressionado, ele fica sem reação, e o delegado decide mantê-lo preso para averiguações, aumentando ainda mais a tensão entre os envolvidos.
A notícia da prisão cai como uma bomba. Antônio volta à pensão e revela que Amadeo ficou detido, deixando Hortência desesperada, jurando que ele é inocente. Na delegacia, Amadeo insiste que não matou ninguém, mas não consegue explicar o dinheiro entregue a Januário, o que reforça as suspeitas e complica ainda mais sua situação.
Enquanto isso, a crise financeira se agrava. Francesco entra em pânico ao saber da falência de outro banco, e Paola decide reduzir jornada e salário para evitar demissões na fábrica. Funcionários questionam Giuliana, que explica a medida, mas Paola avisa que quem não aceitar será mandado embora. Em casa, Giuliana conta a Matteo que trabalhará apenas três dias por semana, e ele se anima. Porém, a alegria dá lugar ao choque quando ela descobre que Amadeo foi preso acusado de assassinato, e Matteo admite que não duvida da culpa dele.
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