Contratada da GLOBO até o primeiro SEMESTRE de 2026, CLARA MONEKE deve receber algo em torno de MEIO MILHÃO DE REAIS (OBRA) para viver a icônica LEONA em DONA DE MIM.
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“O título tem uma relação direta com a ideia de tentar ter o controle das nossas vidas, o que tem a ver com amor-próprio e autocuidado, em uma sociedade acelerada, com violências diárias. Ser Dona de Mim é também buscar algum sentido nessa jornada, porque, às vezes, a gente vai indo sem ter tempo de entender para onde. A história fala também sobre a maternidade de forma prismática, em suas diversas formas e configurações, abordando diferentes possibilidades do que é ser mãe, inclusive a escolha de não ser, e o seu impacto direto na vida das mulheres da trama”, declara Rosane Svartman, autora da NOVELA.
**VALE SALIENTAR QUE CLARA EMBOLSA 60 MIL REAIS MENSAIS COMO FUNCIONÁRIA DA EMISSORA CARIOCA.
PERFIL DE LEONA EM DONA DE MIM:
Determinada e divertida, Leona, ou apenas Leo, é uma jovem que está sempre atrás de trabalho, fazendo rifas ou arranjando bicos para ajudar a família. Atrapalhada e de bom coração, ela faz o que for preciso para conseguir pagar as contas da casa em que mora com a avó, Yara (Cyda Moreno), e a irmã, Stephany (Nikolly Fernandes), em São Cristóvão.
Chegou a iniciar a faculdade deComunicação e Marketing, ia se casar com Marlon (Humberto Morais) e estava no terceiro trimestre de gravidez quando teve uma perda gestacional, e isso gerou um trauma grande em sua vida que a fez abandonar a bolsa de estudos e o relacionamento.
Determinada a fazer com que Stephany não desista do curso de Enfermagem por conta do aperto financeiro da família, ela se passa pela irmã para conseguir o emprego de babá da pequena Sofia (Elis Cabral), uma menina que ficou órfã de mãe e vive na mansão da família Boaz, dona de uma tradicional fábrica de lingerie, chefiada pelo empresário Abel (Tony Ramos).
Na relação que constrói com Sofia, Leona redescobre o amor e passa a vislumbrar novos caminhos em sua trajetória.

Dona de Mim é uma novela criada por Rosane Svartman, escrita com Carolina Santos, Jaqueline Vargas, Juan Jullian, Mário Viana, Michel Carvalho e Renata Sofia. A obra tem direção artística de Allan Fiterman, direção geral de Pedro Brenelli e produção de Mariana Pinheiro. A direção de gênero é de José Luiz Villamarim.
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