Família é Tudo deixou um único mistério para ser resolvido no último capítulo: com quem Lupita (Daphne Bozaski) iria ficar. Contudo, a grande surpresa do episódio de despedida da novela das sete foi outra.
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Ninguém estava esperando quando, ainda no primeiro bloco, Brenda (Alexandra Richter) deu às caras. E embora não tenha sido anunciada, a aparição da mãe de Tom (Renato Goes) acabou sendo a melhor parte do final do folhetim.
Primeiro porque a cena foi montada de forma surpreendente. Brenda já não aparecia há duas semanas, desde que foi presa ao tentar fugir do Brasil. Assim, muitos pensavam que aquela teria sido a última aparição da megera.
No entanto, no último capítulo, quando Jéssica (Rafa Kalimann) descobriu que Hans (Raphael Logam) foi preso e perdeu todas as suas regalias no presídio, a vilã foi transferida para uma cela comum, lotada de detentas. Ela só não esperava que, ao chegar em seu novo ambiente prisional, seria obrigada a obedecer a chefe do local: ninguém menos que Brenda.
O momento em que a ruiva surgiu como líder das presas, sem dúvidas, foi o mais surpreendente do final de Família é Tudo. Além disso, Alexandra Richter brilhou na sequência.
Ela conseguiu imprimir na tela uma presidiária casca-grossa, sem pena de ninguém, e com um ar bem diferente da Brenda dondoca que o telespectador acompanhou durante os mais de 170 capítulos.
A megera, responsável pela morte do pai de Vênus (Nathalia Dill) e pelos maiores crimes da novela, não teve dó de Jéssica. Assim que a personagem de Rafa Kalimann chegou em sua cela, a ex-esposa de Ramon a obrigou a esfregar a privada.
Todos os elogios seriam poucos para destacar a entrega e a verdade que a atriz Alexandra Richter deu para o desfecho de Brenda – que poderia soar artificial e incompatível com a trajetória da granfina.
Uma cena especial, digna de final de novela, com excelentes conclusões de arcos dramáticos para as vilãs envolvidas. E ninguém estava esperando, sabe. Por isso, uma grata surpresa. O melhor do último capítulo de Família é Tudo. Convenhamos, bem mais emocionante, surpreendente e imprevisível que a escolha de Lupita por Júpiter (Thiago Martins).
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