A equipe do bar e restaurante Esquina dos Amigos Ipiranga rebateu as informações publicadas pela equipe de Deolane Bezerra de que a irmã da advogada, Daniele Bezerra, teria sido agredida no local, onde foi para assistir um dos jogos da Copa do Mundo: “Postagem negativa e sem a real dos fatos”.
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“A todos: desde ontem, a nossa Esquina vem recebendo mensagens para manifestação por conta da postagem no perfil Daniele Bezerra. Donos e colaboradores do bar ficam muito tristes com essa postagem negativa e sem a real dos fatos”, diz o comunicado, no qual o estabelecimento ressalta que a doutora é uma cliente recorrente e torce por sua recuperação.
“Jamais permitimos ou permitiríamos que ela fosse atacada por qualquer motivo que seja. Como nos stories não houve agressão, como percebido nas imagens, ela caiu por tropeçar na caixa de som e prontamente foi socorrida pelos que ali estavam! [Ela] frequenta nossa casa há muito tempo, antes de toda essa exposição. Respeitamos, estimamos sua presença e esperamos que esteja bem. Muitas pessoas estavam presentes e a conhecem do dia a dia do bairro, sabem que não houve este episódio”, finalizou a equipe do bar.

Daniele conta o que acontece
Horas após o ocorrido, Daniele Bezerra retornou as redes sociais para contar aos seus seguidores o que realmente aconteceu na segunda-feira (28).
“Ontem, eu estava em um bar assistindo ao jogo do Brasil. Depois de ouvir algumas coisas sobre política, me senti ofendida e indaguei as pessoas sobre o porquê. Iniciou-se uma discussão, puxaram meu cabelo. Eu quis também revidar”, relatou a doutora.
A irmã de Deolane Bezerra aproveitou para agradecer o acolhimento da equipe do bar durante a ocorrência dos fatos: “Acabei caindo e me machucando muito! As pessoas que trabalham no estabelecimento me ajudaram no que puderam, separaram a discussão e prestaram socorro no momento!”.
Por fim, Daniele reconheceu que extrapolou e reiterou que os donos e funcionários do bar não têm culpa do que aconteceu: “Numa briga, todos saem perdendo. O melhor a ser feito era ter ignorado, como sempre faço, mas tenho guardado muitas emoções e acabei extrapolando todas de uma só vez! Repito: as pessoas que trabalham no local não têm culpa de nada. Sempre me trataram com respeito e carinho”.


